O Ministério da Justiça e Segurança Pública oficializou nesta segunda-feira (21) a demissão do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) do cargo de escrivão da Polícia Federal (PF). A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e ocorreu após a conclusão de um processo administrativo disciplinar.

Segundo a portaria, Eduardo foi demitido por “abandono de cargo”, após faltar ao trabalho por mais de 30 dias consecutivos sem justificativa. A decisão foi assinada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva.

Eduardo estava afastado da PF enquanto exercia o mandato de deputado federal. Após perder o mandato, em dezembro de 2025, a Polícia Federal determinou que ele retornasse ao cargo de escrivão, mas ele não se reapresentou. O processo disciplinar foi aberto em 2026 e teve a conclusão encaminhada ao Ministério da Justiça.

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O ex-deputado está nos Estados Unidos desde 2025. A demissão publicada nesta segunda-feira é uma medida administrativa relacionada à sua situação funcional na Polícia Federal. Paralelamente, Eduardo também foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a quatro anos e dois meses de prisão, em decisão que foi mantida pela Primeira Turma do tribunal na última semana.